No meu pasto… cresce a poesia
Mesmo que seja de uma colheita vulgar
Sem paladar…como a água da fonte…
Evapora-se no charco…
Breves são as palavras que habitam em mim
Se mais nada resta, daquilo que escrevo.
Todos os dias… Acordo com a sensação estranha
Que tenho que ditar versos em danças de letras
Escrever… quiçá um poema
Dar voz á minha alma…
Mas… com muita pena minha
Trata-se de apenas um sonho
E o que sai… jorra em exílios sem sabor
Qualidade, essa… não tenho.
Já não sou capaz… inválido nesta arte
A minha mão trémula cai sem amparo
E risco o que dito
Com medo dos maléficos olhares
Vestidos de doutores.
Pensei que era capaz…de ser como os mestres,
Louco sou… por me querer comparar
O que não pode ter comparação…
Doente sou… em querer ser alguém
Rastejo apenas só por o desejar.
Há quem diga… que serei capaz
Como eu…
Talvez veja a realidade distorcida
Cega e crua… feita de uma imaginação como a minha
Vivendo da realidade adornada em sonhos.
Perdi a fé… Deitei fora os meus escritos
Caíram na rua… Perderam-se no tempo…
Secando no ar a corrente do meu canto,
Evitando desafinar a bela sinfonia.
Escrevo… afinal porque sinto, e vejo
Dá-me um gozo infinito
Poderei nem sempre ser compreendido
Que se lixe… digo-o para não ser malcriado,
Pois não serei diferente de ninguém
Serei eu… apenas eu
E o meu poetar… será sempre vadio.
Mesmo que seja de uma colheita vulgar
Sem paladar…como a água da fonte…
Evapora-se no charco…
Breves são as palavras que habitam em mim
Se mais nada resta, daquilo que escrevo.
Todos os dias… Acordo com a sensação estranha
Que tenho que ditar versos em danças de letras
Escrever… quiçá um poema
Dar voz á minha alma…
Mas… com muita pena minha
Trata-se de apenas um sonho
E o que sai… jorra em exílios sem sabor
Qualidade, essa… não tenho.
Já não sou capaz… inválido nesta arte
A minha mão trémula cai sem amparo
E risco o que dito
Com medo dos maléficos olhares
Vestidos de doutores.
Pensei que era capaz…de ser como os mestres,
Louco sou… por me querer comparar
O que não pode ter comparação…
Doente sou… em querer ser alguém
Rastejo apenas só por o desejar.
Há quem diga… que serei capaz
Como eu…
Talvez veja a realidade distorcida
Cega e crua… feita de uma imaginação como a minha
Vivendo da realidade adornada em sonhos.
Perdi a fé… Deitei fora os meus escritos
Caíram na rua… Perderam-se no tempo…
Secando no ar a corrente do meu canto,
Evitando desafinar a bela sinfonia.
Escrevo… afinal porque sinto, e vejo
Dá-me um gozo infinito
Poderei nem sempre ser compreendido
Que se lixe… digo-o para não ser malcriado,
Pois não serei diferente de ninguém
Serei eu… apenas eu
E o meu poetar… será sempre vadio.
Fotografia - bricehardelin (tema - powder 3)











12 ondas:
Ola Caro Amigo...
Como gostei do seu cantinho lindo...
Adorei sua visita em meu jardim quando estive ausente, não me esqueci de retribuir.
Estou voltando aos poucos, prometo voltar mais e mais vezes....
Até
Beijinhos da rosa amiga
Iana!!
fazendo da fé a nossa inspiração maior.
É buscar nas pequenas coisas, um
grande motivo para ser feliz."
TENHA UM LINDO DIA!
Beij0s e a minha amizade sempre!
tem selinho o blilho do sol
p vc no cantinho dos selos
Que poema lindo, Luis...
Falas da simplicidade da água da fonte... que haverá de melhor para matar a sede?
Chamarás poema a um conjunto de palavras melodicamente juntas das quais te esforças, em vão, para tentar saber o sentido?
Tens razão... que se lixe... para não ser indelicada... simples e cheio de sentimento... isso é o belo...
Deixo-te um beijo e a minha admiração de sempre...
OLÁ AMIGO LUÍS
Espero que esteja tudo bem consigo.
Pois, hoje estou aqui para lhe fazer um CONVITE:
Estive 5 dias isolada do mundo, num encontro espiritual comigo mesma, num monte alentejano e, por isso tenho que muito rapidamente divulgar a minha próxima exposição de fotografia.
Desta vez será no “Norte” a pedido de várias pessoas, em Fevereiro passado, quando foi a minha 1ª exposição individual aqui próximo de Lisboa, na margem sul.
Como gosto de desafios, houve “alguém” que me desafiou e disse que colaborava, nem pensei 2 vezes e decidi tratar do assunto em Abril passado.
Chegou Setembro e será a minha rentrée cultural.
Fica o convite para quem vive perto e noutros casos, em que a distância impossibilita a presença de tantos bloggers, fica a participação do evento.
Venho reforçar que teria todo o gosto em que estivesses presente na minha rentrée...MAS, sei que vives em Alcochete...
Será muito próximo do Porto, em S. Mamede de Infesta.
Acabei de fazer a divulgação no meu blog.
Beijos e abraços
TULIPA
A poesia não é vulgar!
É um grito do coração!
Poema mesclado de muitas cores!
Beijo com amizade,
soltam-se as palavras...mesmo que vadias
beijo
"Que seja eterna a vitória dos seus dias,
mesmo quando eles lhe derem
a impressão de fracasso.
E nunca se esqueça que atrás das nuvens
sempre existirá sol."
(desconheço o autor)
Hoje passando para desejar um lindo final de semana com muito amor e carinho
Abraços do amigo Eduardo Poisl
Olá Luis, sempre gratificante ler os Teus belos poemas...
Grata pela visita, estou voltando
Doce beijo
OlharIndiscreto...A curiosidade
Luís,
Este teu poema é espectacular!
Sabes e tu sabes que o grande problema da actual sociedade é a inveja que têm dos outros que também têm inspiração seja a que nível for e a quem tentam muitas vezes calar a voz, ignorar!
Tu nunca serás ignorado nem te calarão, porque tens muito talento e és autêntico e o que fazes é com a emoção que emerge da tua tão nobre alma.
Um grande beijinho e muito sucesso para o teu novo livro.
Beijinhos.
P.S. “Da árvore boa, só nasce fruto bom”.
Luis
Tudo o que é nosso, o que nasce do que somos e do que sentimos, meticulosamente tecido nas palavras que escolhemos, é poesia!
Que importa o que pensam ou não pensam os demais?
Sentes? Deixa então que continue a rasgar-se poesia de dentro de ti... Simples ou profundamente complexa, será sempre filha da tua própria natureza e essa é única!
Um abraço
Que maravilha ter descoberto este "Mar de Sonhos"!
Parabéns Amigo! Lindissimos poemas escritos com tanta alma e coração.
Deixo um abraço com Amizade e admiração pela sua obra.
Queri Luiz
Apreciei muito sua poesia.
Seu blog é muito bacana e delicado
Bj
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